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9 da manhã

Entro na papelaria, Quero um Público, se faz favor, senhor José - um público que me ouça com atenção, sem preconceito, que me considere, me aponte erros, imperfeições, qualidades, que pense, que reaja, que seja - São noventa cêntimos, Aqui tem, Obrigado, Obrigado, até amanhã.

Bastam 1 minuto e 11 segundos

Favor clicar aqui . Os blogs são uma vergonha. Pinto Monteiro, Procurador-geral da República

Uma mão cheia ou Uma estalada

1) De acordo com os meios de comunicação, estruturas do PS organizaram e custearam romarias de idosos de Cabeceiras de Basto, Famalicão e Alandroal com a capital como destino. Sob a capa de excursões domingueiras por Mafra e Fátima, e sem disso terem conhecimento, estas pessoas foram transportadas até Lisboa para fazer número nas comemorações da vitória eleitoral de António Costa nas intercalares alfacinhas. No último debate da nação, na AR, Ana Drago denunciou esta situação em tom de protesto. Tentarei agora reproduzir da forma mais fidedigna e rigorosa o que se disse a esse propósito: Ana Drago: (...) e a fim de terem mais gente nas ruas após os resultados das intercalares lisboetas, os responsáveis do PS trouxeram gente do Alandroal, Famalicão e Cabeceiras de Baixo, o que... Bancada do PS, em coro, entre gargalhadas e apupos: De Baixo! De Baixo! De Basto, senhora deputada, de Basto...! Ana Drago: Sim, Cabeceiras de Basto. De qualquer modo, ... A partir daqui, a participação por ...

Domingo tá bom é prà praia, pá!

A ignorância é uma merda . Os ignorantes que o sejam por vontade própria, que se pavoneiem como não o sendo ou, pior ainda, os que o sendo ainda lhes vêm concedido o direito de voz pública nalgum meio de comunicação: são desprezíveis. Veja-se um caso eventualmente sintomático: Manuel Falcão, jornalista do Meia Hora. Em artigo de opinião na segunda página, intitulado "Dia 15 vou abster-me", este senhor aparentemente cinquentenário exprime a sua indignação com a campanha eleitoral das intercalares de Lisboa e candidatos envolvidos - e, se bem que sem grande eloquência e fundamentação lógica, com razão (digo eu). Bom, reza assim o último parágrafo do dito artigo: « Neste panorama, com mais de uma dezena de candidatos, nenhum com ideias interessantes, nenhum com claras capacidades de liderança, que me resta fazer? - A resposta, para mim, é evidente: abstenção, a única maneira de mostrar o meu protesto pessoal pela cada vez maior degradação do regime e pela maneira como os partido...
Prezados e improváveis leitores , Qual ancião presciente e paternal, aqui registo um curioso agoiro, que eu cuido tornar-se-á tenebrosa realidade pouco tarda. Ligeiro vai o passo para uma certamente indesejável conjuntura: em que «liberdade individual» nada mais será que um conceito inoperante e dificilmente aplicável ou observável na sociedade portuguesa (e até faço por me demitir a uma visão mais alargada, a nível europeu). E não precipitem vós-outros um julgamento de que estou meramente conjecturando, para mais exageradamente! 1 Efectiva, porém inconclusivamente, a nossa choldra tem vindo a ser governada por um grupo ascoroso de animais obscenos e autocráticos que, por ser para vossemecês, uso um eufemismo: se estão bem cagando para nós, impotente e manipulável povo. Cada vez mais descarados (pois, por meios próprios, gozam de comprovada e angustiante impunidade a qualquer tipo de justiça e punição), esses merdosos doutores e engenheiros, dignos de lhes verem atribuídos o epíteto de...
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Comentem, sff. Obrigado. * fonte própria

Movimento perpétuo

Quanta impotência! Esgotamo-nos em conversas de café e de jantar mais, ou menos, acesas, com maior ou menor grau de revolta, com fundamentação ou apenas com maledicência - que se vê de sobremaneira difundida, eventualmente liberada e valorizada de forma a controlar e manter os ditos (na perspectiva dalguns, ditosos) "brandos costumes" dos portugueses. Tantas são as falácias propagandeadas pelos nossos políticos, tal é a abrangência e a magnitude da corrupção e do nepotismo, tantos os princípios e comportamentos errados que todos temos; de tal modo que estaremos arredados dalgum dos vários caminhos positivos existentes, e com que ímpeto fatalista insistimos em fechar os olhos a esta situação - que impotência !, exacerbada pela popular desistência - ao ponto de ter cabimento fazer uma cortante pergunta retórica: achas que Portugal vai, algum dia, melhorar? No âmbito governamental e de políticas de desenvolvimento, insiste-se em megalomanias da conveniência exclusiva dos megalóm...